quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Histórias...

Numa cidade, uma vez, estava numa festa meio monótona, era cedo ainda, muita gente tava chegando. Então me deparei com uma mulher que me chamou a atenção, não me pessa nomes, sou péssimo. Talvez tenha sido por estar sozinha que me atraiu. Uma mulher, bonita, sozinha... deve ser interessante. Sim porque mulher adora ficar junta pra se proteger dos idiotas e ao mesmo tempo unir as forças num "fora em conjunto" pra vergonha ser maior. Essa era segura de si.
Voltando o assunto, olhei, fui correspondido, sai da mesa e a convidei pra tomar algo comigo, ela aceitou. Lógico que não era bem pra tomar algo. O bar é um impulsionador, uma ponte para um local reservado que nesse caso, foi reservado e privilegiado. Poucas vezes me encontrei numa situação tão confortável e propícia.
A conversa foi pouca. Eu já a entendia, ela não fazia questão de muito papo como de costume. Foi muito rápido, passamos por cada etapa, cada uma lentamente e bem aproveitada.
Quando restava apenas a mão naquilo, e sua mão no meu, ela disse:
- não dá, nem te conheço.
- ã?
- nunca lhe vi, nem sei onde vc mora.
- então eu lhe digo.
- não. é a primeira vez que eu lhe vejo aqui, não pode ser agora.
- mas vc já ouviu falar em amor à primeira vista? disse eu num esforço inútel.
- vc pra mim é um estranho. não posso fazer isso.
- olha como agente tá. vc com a mão no meu p## e vem me dizer isso agora! então vc pode pegar no p## de quem não conhece?
- seu bruto! vá se lascar!!!

Mas você já pensou num negócio desses!?

Fim.

CLARO, O "EU" DA HISTÓRIA NÃO SOU EU E ESSA HISTÓRIA PARA OS EFEITOS LEGAIS É FICTÍCIA.

EXPLIQUE ISSO!
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